A Polícia Federal (PF) pediu autorização para realizar busca e apreensão contra ACM Neto (União Brasil), no âmbito da décima fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). O pedido, no entanto, foi negado pelo ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A investigação apura suspeitas de fraudes em licitações públicas na área da educação em Belo Horizonte, envolvendo contratos que, segundo a apuração, chegam a R$ 80 milhões. A informação foi divulgada pela colunista Natália Portinari, do UOL.
De acordo com a investigação, ACM Neto é suspeito de ter indicado um secretário para a Prefeitura de Belo Horizonte com o objetivo de selecionar empresários para participar de licitações públicas. Conforme a apuração, posteriormente haveria um suposto retorno financeiro ilícito.
A PF também investiga possíveis relações entre indicações do União Brasil para cargos públicos e eventuais retornos ilícitos relacionados a contratações. ACM Neto ocupa atualmente o cargo de vice-presidente nacional do partido.
A reportagem buscou o ex-prefeito de Salvador para obter um posicionamento sobre as acusações e aguarda o retorno da manifestação da equipe de Neto.
Até o momento, as informações apresentadas tratam-se de suspeitas sob investigação e não representam conclusão sobre eventual responsabilidade criminal de ACM Neto.
Com informações do UOL

