As últimas horas do domingo (30) e a madrugada desta segunda-feira (1º) foram marcadas por três ocorrências de agressão registradas pela Polícia Militar nos municípios de Conceição do Coité e Serrinha. Os casos envolveram uso de arma branca, ferimentos superficiais e relatos conflitantes das vítimas, exigindo atuação constante das guarnições e atendimento médico nas unidades hospitalares.
Homem ferido a golpes de arma branca chega ao Hospital Português, em Coité
Por volta das 23h20, a equipe da 1ª Pelotão, viatura 8.1607, foi acionada após o Hospital Português informar a entrada de um homem ferido na região do peito e das costas. Segundo a médica plantonista, o paciente — identificado apenas pelo apelido “Camaleão” — apresentava sinais de embriaguez e precisou ser contido para receber atendimento.
A equipe policial tentou colher informações sobre o ocorrido, mas o homem não soube explicar a origem das lesões, que foram consideradas superficiais. De acordo com a unidade de saúde, ele permanecerá em observação.
Mulher dá entrada no Hospital de Serrinha com ferimentos após agressão
Horas depois, já às 03h10, a Polícia Militar foi acionada pelo setor social do Hospital Municipal de Serrinha para atender uma mulher vítima de agressão. A jovem relatou inicialmente que retornava de um aniversário quando foi atacada por um homem identificado apenas como Daniel, com quem mantinha um relacionamento recente, e por outros comparsas.
A vítima apresentou diferentes versões e afirmou não saber o endereço do agressor. O médico de plantão constatou ferimento corto-contuso na cabeça e escoriações pelo corpo. Após o atendimento, ela foi encaminhada à Delegacia de Serrinha, onde a ocorrência foi registrada sob nº 923854/2025 para investigação.
Duas jovens denunciam tentativa de agressão em bar de Salgadália, Coité
Ainda durante a madrugada, pouco depois de 00h45, a viatura 8.1607 foi novamente acionada, desta vez no distrito de Salgadália, em Coité. Duas jovens relataram ter sido ameaçadas e quase agredidas com uma garrafa por dois homens. Elas afirmaram que o proprietário do bar onde estavam encerrou as atividades e permitiu a saída dos suspeitos pelos fundos antes da chegada da polícia.
Uma das solicitantes apresentava um corte leve na mão. Rondas foram realizadas, mas os envolvidos não foram encontrados. As jovens foram orientadas a registrar a queixa formalmente e receberam apoio até suas residências.