12 de março de 2026 | REGIÃO DO SISAL

Moradora de Conceição do Coité denuncia prejuízo de mais de R$ 105 mil após pedreiro abandonar obra e desaparecer

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Uma moradora de Conceição do Coité denunciou ter sofrido um prejuízo superior a R$ 105 mil após contratar um pedreiro para realizar uma obra em sua residência. Segundo o relato da vítima, o profissional recebeu diversos pagamentos antecipados, abandonou o serviço antes da conclusão e, posteriormente, desapareceu sem dar explicações.

De acordo com a denúncia, a obra teria sido iniciada após um acordo firmado entre a moradora e o trabalhador da construção civil. Ao longo do andamento dos serviços, a contratante afirma que realizou pagamentos adiantados para custear materiais e mão de obra, confiando que a construção seria concluída conforme o combinado.

No entanto, segundo a vítima, o pedreiro interrompeu os trabalhos de forma repentina, deixando a obra inacabada. Após o abandono do serviço, ele teria deixado de atender ligações e mensagens, tornando-se inacessível para qualquer tentativa de contato.

A moradora afirma que, ao somar todos os valores repassados ao trabalhador, o prejuízo ultrapassa R$ 105 mil, valor que inclui pagamentos destinados à execução da obra e à compra de materiais. Diante da situação, ela decidiu tornar o caso público e procurar as autoridades para registrar a ocorrência e buscar providências legais.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais e gerou indignação entre moradores da cidade, que demonstraram solidariedade à vítima e alertaram para a necessidade de cuidados na contratação de serviços de construção.

Situações como essa podem ser enquadradas juridicamente como apropriação indébita ou estelionato, dependendo da investigação e das circunstâncias do caso. Em ocorrências semelhantes, a Justiça brasileira já determinou que profissionais responsáveis por abandono de obra ou descumprimento de contrato indenizem clientes pelos prejuízos causados.

A moradora espera que o caso seja investigado e que consiga recuperar o valor perdido ou responsabilizar o suspeito pelos danos sofridos. Enquanto isso, a obra permanece paralisada, ampliando os transtornos enfrentados pela família.

Com informações de Noticias de Coite.