O cantor MC Poze do Rodo viveu momentos de terror na madrugada desta terça-feira (31), após ter a casa invadida por um grupo fortemente armado no Rio de Janeiro. O crime, que envolveu violência e deixou prejuízo milionário, está sendo investigado pela Polícia Civil.
De acordo com informações divulgadas pelo BNews, pelo menos oito criminosos participaram da ação, que aconteceu por volta das 2h30 da madrugada.
Casa invadida e vítimas rendidas
Segundo relato do artista, os assaltantes estavam armados com fuzis e pistolas, além de utilizarem capuzes para dificultar a identificação. Parte do grupo invadiu o imóvel enquanto o cantor estava dentro de casa, e outros criminosos circularam pelos cômodos durante o crime.
As vítimas foram rendidas, amarradas e agredidas com socos e chutes por cerca de 40 minutos, em uma ação marcada pela extrema violência.
Além disso, os criminosos ainda teriam gravado imagens durante o assalto, aumentando a gravidade da ocorrência.
Prejuízo de cerca de R$ 2 milhões
Após dominar o ambiente, o grupo fugiu levando cerca de R$ 2 milhões em joias, além de celulares, relógios, roupas, perfumes e dinheiro em espécie.
Há suspeita de que os criminosos tenham acessado a residência por uma área de mata próxima ao imóvel, localizado no bairro Recreio dos Bandeirantes.
Cantor reage e fala em “covardia”
Nas redes sociais, MC Poze desabafou sobre o ocorrido e demonstrou revolta com a ação criminosa.
“Da covardia nem Jesus escapou. Só peço para que Deus tome conta de tudo”, escreveu o artista.
O cantor também afirmou que espera não encontrar os responsáveis, em um tom que indica indignação após o episódio.

Investigação em andamento
Equipes das polícias Civil e Militar foram acionadas logo após o crime. A área foi isolada para perícia, e as autoridades já trabalham na análise de imagens de câmeras de segurança para identificar os envolvidos.
O caso foi registrado como roubo a residência e segue sob investigação.
Violência que chama atenção
O episódio reforça o nível de violência em ações criminosas envolvendo figuras públicas no país, com uso de armamento pesado e atuação organizada de quadrilhas.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso.