23 de abril de 2026 | REGIÃO DO SISAL

JUSTIÇA: Foragido acusado de estuprar o próprio enteado em Araci, é preso pela Polícia Civil em Serrinha; suspeito era procurado há anos

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Em uma ação estratégica de combate a crimes contra a dignidade sexual, a Polícia Civil da Bahia, por meio da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Serrinha), efetuou a prisão de um homem que estava foragido há anos, acusado de cometer estupro de vulnerável contra o próprio enteado.

A prisão ocorreu nesta semana no município de Serrinha, após um intenso trabalho de inteligência e monitoramento por parte dos investigadores. O suspeito, que não teve a identidade revelada para preservar a integridade da vítima e em cumprimento à Lei de Abuso de Autoridade, era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca de Araci, cidade onde o crime teria ocorrido.

Fim da fuga De acordo com as informações apuradas pelo Portal Massapê, o crime chocou a comunidade de Araci à época dos fatos. Desde que a ordem judicial foi expedida, o acusado vinha se esquivando das autoridades, mudando-se constantemente para evitar a captura. No entanto, o cerco se fechou em Serrinha, onde ele foi localizado e detido sem oferecer resistência.

Procedimentos legais

Após a voz de prisão, o indivíduo foi conduzido à Delegacia Territorial de Serrinha, onde passou pelos procedimentos de praxe, incluindo o exame de corpo de delito. Ele permanece custodiado na carceragem da unidade, à disposição do Poder Judiciário, e deverá ser transferido em breve para o sistema prisional, onde cumprirá a medida cautelar enquanto aguarda o julgamento.

Combate ao abuso infantil na Região Sisaleira

O caso reforça a importância das denúncias e do trabalho contínuo das forças de segurança na Região Sisaleira. O estupro de vulnerável é um crime hediondo, com penas que podem chegar a 15 anos de reclusão, dependendo das circunstâncias.

A Polícia Civil reitera que o combate à violência contra crianças e adolescentes é prioridade e orienta a população a denunciar qualquer suspeita através do Disque 100 (Direitos Humanos) ou diretamente nas delegacias locais. O sigilo é garantido.