17 de julho de 2026 | REGIÃO DO SISAL

Sintonia de Gravata: Advogados presos denunciam cela com ratos, falta d’água e relatam fome

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Advogados presos na Bahia após a Operação Sintonia de Gravata divulgaram uma carta aberta denunciando as condições em que estão detidos no Conjunto Penal Feminino e na Cadeia Pública de Salvador.

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No documento, assinado por 10 profissionais da advocacia, eles afirmam que estão em celas superlotadas, sem acesso adequado a água e alimentação, e alegam ilegalidade na custódia por falta de Sala de Estado Maior, prevista no Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil.

Carta relata superlotação e condições insalubres

Na carta manuscrita, os advogados afirmam que dividem uma cela com capacidade para quatro pessoas e denunciam a falta de condições mínimas de permanência no local.

Assinaturas e autorização para divulgação

A carta, direcinada aos advogados Gamil Föppel e Marinho Soares, é assinada por Andreia C. Rocha, Fernanda Oliveira Borges, Rebeca de Souza Abreu, Tamires Félix Alves Silva, Maria Mariana Batista de Oliveira, Elis Amanda Bomfim Ribeiro, Poliane França Gomes, Izabella da Silva de Oliveira, Maria Tereza Novaes Martins e Joanderson Almeida dos Santos.

No documento, os advogados autorizam a divulgação pública do conteúdo em redes sociais, processos e veículos de comunicação.

Recentemente, o desembargador do do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), Baltazar Miranda Saraiva, da 1ª Câmara Criminal, rejeitou o pedido de liminar que buscava a soltura imediata, mesmo diante dos relatos de condições degradantes nas celas. Na decisão, o magistrado argumentou que é necessário reunir mais.



por Bnews