23 de abril de 2026 | REGIÃO DO SISAL

Receita Federal vai pagar “grana extra” a 18 milhões de brasileiros entre maio e junho; veja quem tem direito

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Uma boa notícia para milhões de brasileiros deve movimentar a economia nos próximos meses. Cerca de 18 milhões de contribuintes vão receber valores da restituição do Imposto de Renda 2026 já nos meses de maio e junho, segundo estimativas da Receita Federal.

A previsão é que os dois primeiros lotes concentrem a maior parte dos pagamentos. Serão aproximadamente 9 milhões de restituições liberadas em maio e outros 9 milhões em junho, o que representa cerca de 80% de todos os valores a serem devolvidos neste ano.

O calendário oficial já está definido:

  • 1º lote: 29 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: final de agosto

A restituição é paga quando o contribuinte declara o Imposto de Renda e comprova que pagou mais imposto do que deveria ao longo do ano. Nesse caso, o valor excedente é devolvido pela Receita.

Quem recebe primeiro

A ordem de pagamento segue critérios de prioridade definidos por lei. Têm preferência:

  • idosos, especialmente acima de 60 anos;
  • pessoas com deficiência ou doenças graves;
  • professores;
  • contribuintes que optaram pela declaração pré-preenchida e Pix.

Além disso, quem entrega a declaração mais cedo também tende a receber antes, desde que não haja pendências.

Novidade: lote extra para quem nem declarou

Uma das novidades deste ano é a criação de um lote especial para contribuintes que não eram obrigados a declarar, mas tiveram imposto retido. Esse grupo pode receber automaticamente valores de até R$ 1 mil.

Prazo para declarar

O envio da declaração do Imposto de Renda 2026 começou no dia 23 de março e segue até 29 de maio. A expectativa da Receita é receber cerca de 44 milhões de declarações em todo o país.

Impacto na economia

Com bilhões de reais sendo devolvidos em curto espaço de tempo, a restituição do Imposto de Renda costuma aquecer o comércio, principalmente no meio do ano, período em que tradicionalmente há aumento no consumo.

Para muitos brasileiros, o valor representa um alívio no orçamento — seja para quitar dívidas, investir ou reforçar a renda familiar.