9 de março de 2026 | REGIÃO DO SISAL

Mulher é agredida e ameaçada pelo companheiro em Lamarão; suspeito é liberado após vítima optar por não registrar queixa

PM POLICIA DELEGACIA LAMARÃO

Um caso de violência doméstica foi registrado na tarde de sábado (7) no povoado Maravilha, zona rural do município de Lamarão, na região sisaleira da Bahia. Uma jovem de 21 anos relatou ter sido agredida e ameaçada pelo próprio companheiro, de 28 anos. Apesar da gravidade da situação, a vítima decidiu não formalizar a denúncia, o que resultou na liberação do suspeito.

De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição foi acionada por volta das 15h50 pelo Centro Integrado de Comunicações (CICOM), após denúncia de que uma mulher estaria sendo vítima de agressão dentro da própria residência.

Polícia foi acionada após denúncia

Ao chegar ao local, os policiais confirmaram a veracidade da ocorrência. Em conversa com a vítima, ela relatou ter sido agredida e ameaçada pelo companheiro, além de ter solicitado que ele deixasse a casa onde ambos residiam.

No momento da chegada da guarnição, o suspeito já não estava mais no imóvel. Diante da situação, os policiais realizaram rondas na região e conseguiram localizar o homem pouco tempo depois.

Suspeito foi liberado

Apesar do relato de agressão e ameaça, a jovem informou aos policiais que não desejava registrar queixa contra o companheiro naquele momento. Diante da decisão da vítima, o homem foi liberado no local, na presença de familiares e de populares.

A guarnição orientou a mulher a procurar posteriormente a Delegacia Territorial de Serrinha, caso decida formalizar a denúncia e registrar o boletim de ocorrência.

Orientação das autoridades

Casos de violência doméstica podem ser denunciados a qualquer momento às autoridades policiais. As forças de segurança reforçam que vítimas ou testemunhas podem procurar delegacias ou acionar a polícia para garantir proteção e iniciar procedimentos legais.

O episódio reacende o alerta para situações de violência dentro do ambiente familiar, que muitas vezes permanecem invisíveis ou sem registro oficial, dificultando a responsabilização dos agressores e a proteção das vítimas.