7 de março de 2026 | REGIÃO DO SISAL

Kannário ou BaianaSystem? Fãs do ‘Pássaro’ opinam sobre a maior pipoca do Carnaval

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Ansiosos para curtir mais uma vez a tão aguardada pipoca do Kannário, os fãs do artista se reúnem no circuito Osmar, no Campo Grande, nesta segunda-feira (16). O tradicional arrastão é uma das atrações mais aguardadas do sexto dia do Carnaval de Salvador 2026.

Em meio às comparações com a pipoca da BaianaSystem, a pipoca do Kannário fideliza uma multidão de fãs a cada ano, com foliões do interior da Bahia e até de outro estado, como é o caso da dupla Kate e Bruna, que vieram de Sergipe.

Para as jovens, não há como comparar Kannário com qualquer outro artista que toca no Carnaval de Salvador. Por isso, há pelo menos sete anos, elas deixam o estado onde moram e brotam na capital baiana só para acompanhar Igor Kannário.

Nunca e nem vai superar. Não tem quem bata nessa pipoca do Kannário!

Kate, turista de Sergipe

Já a jovem Bruna Figueiredo destaca a força da BaianaSystem, mas ressalta que o Príncipe do Ghetto é incomparável. “A pipoca do Baiana System é topada de galera. Mas a de Kannário, eu só tenho uma palavra a dizer: insuperável. Ninguém bate, não. O homem é o homem”, disse.

Bruna Figueiredo

Bruna Figueiredo| Foto: Uendel Galter| Ag. A TARDE

Sonho que virou realidade

Presente nos shows de Kannário há mais de 18 anos, o morador de Feira de Santana Vagner Ismael revelou ao MASSA! que sempre teve um sonho de criar um fã clube do cantor. Com muita luta, ele conseguiu transformar o sonho em realidade.

“Graças a Deus hoje o fã clube da gente tem mais de 30 pessoas de Feira de Santana, que são os ‘Kannarianos de Verdade Feira de Santana’, e pra mim é um grande orgulho”, vibrou.

Vagner Ismael

Vagner Ismael| Foto: Uendel Galter| Ag. A TARDE

Vagner também destaca que se identificou com o artista por causa do estilo de vida e as músicas que tocam seu coração. “Um cara favelado, humilde, que sempre pensou em crescer na vida, batalhar. Uma das músicas que mais toca no nosso coração é Aba Reta e Bermudão, porque fala da nossa realidade, da perseguição, do racismo, da desigualdade social”, explicou.

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