A Prefeitura de Biritinga, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), realiza ao longo de novembro uma série de atividades em celebração ao Novembro Negro, mês dedicado à valorização da cultura afro-brasileira e à luta contra o racismo. A programação envolve apresentações, exposições, encontros e debates que reforçam a importância da identidade e da memória coletiva do povo biritinguense.
O calendário começou no dia 5 de novembro, com a votação final da patrimonialização das quadrilhas juninas Vila e Tapera, realizada na Câmara de Vereadores. No dia 7, também na Câmara, foi apresentada a proposta do Plano Municipal de Cultura 2026, que define metas e diretrizes para o fortalecimento das políticas culturais no município.
Nos dias 18 e 19, a Feira Quilombola da Escola Manoel Souza, na comunidade de Vila Nova, abre espaço para uma rica exposição que celebra o legado das comunidades tradicionais e suas contribuições históricas e culturais para Biritinga. Já no dia 20, a programação segue com a participação no evento da Casa de Taipa da Associação Comunitária de Vilas Unidas, também em Vila Nova, a partir das 8h.
Encerrando o mês, no dia 30 de novembro, o 1º Encontro Municipal dos Povos de Axé e Matrizes Africanas será realizado no Ginásio de Esportes João Severo Filho, reunindo representantes religiosos, artistas e lideranças culturais em um momento de troca, reflexão e valorização das tradições afro-brasileiras.
De acordo com a Secretaria de Cultura, o Novembro Negro em Biritinga representa um compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, plural e consciente de suas origens. “São momentos de afirmação da nossa identidade, de respeito à diversidade e de fortalecimento das nossas raízes culturais”, destacou a pasta.
A Secult convida toda a população a participar das atividades e celebrar o mês de resistência e orgulho negro.
“Você é nosso convidado de honra para viver conosco esses momentos de cultura, arte e identidade!”, reforça o convite oficial.
